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Romanos 12:2 Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
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sábado, 27 de dezembro de 2014

Assiste O Fora Da Lei De Deus - Mártire (Filme Bíblico Dublado)

FILME COMPLETO.
William Tyndale
"Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus;
não por obras, para que ninguém se glorie".
Efésios 2:8-9"

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

GV #01 - Os 3 elementos básicos do Empreendedorismo

GV #03 - A Águia e a Galinha & um papo com @MarcosMion falando sobre seu...

GV #02 - Livre-se dos Entulhos

GV #02 - Livre-se dos Entulhos

GV #01 - PAU QUE NASCE TORTO MORRE TORTO. SERÁ?

GV #01 - PAU QUE NASCE TORTO MORRE TORTO. SERÁ?

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sábado, 27 de setembro de 2014

TERRA MINHA TERRA IGUAÍ BAHIA Parte 1

TERRA MINHA TERRA IGUAÍ BAHIA Parte 2

TERRA MINHA TERRA IGUAÍ BAHIA Parte 3

GRUPO LABAREDAS MEU LOUVOR.flv

Sábado da Liderança - Set/14

Como aguardar o tempo do Senhor?

Como responder ao Soberano Rei dos reis?

Plenária 6 - EPL 2014

Plenaria 3 - EPL 2014

Plenária 4 - EPL 2014

Plenaria 2 - EPL 2014

Plenária1 - EPL 2014

Plenária 5 - EPL 2014

As dimensões da cura plena

Cartão vermelho para o que te atrapalha

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Billy Graham - O embaixador de Deus

Billy Graham - O embaixador de Deus

Billy Graham - O embaixador de Deus

Filme Chance de Recomeçar Dublado Completo

BENÍCIO RIOS - A VERDADEIRA HISTÓRIA DE NOÉ

BENÍCIO RIOS - DAVI E GOLIAS REGRAVADA

BENÍCIO RIOS - HISTÓRIA DA CRIAÇÃO

BENÍCIO RIOS - O FILHO PRÓDIGO

segunda-feira, 30 de junho de 2014

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A HISTÓRIA DE UM POVO E DO SEU PAÍS FOI MUDADA NAS ILHAS FIJI - DUBLADO PORTUGUÊS

A HISTÓRIA DE UM POVO E DO SEU PAÍS FOI MUDADA NAS ILHAS FIJI
VEJA ESTE VÍDEO e COMPARTILHE
DEUS MUDOU A HISTÓRIA DESSE PAÍS E PODE MUDAR SUA HISTÓRIA!!!
QUANDO O POVO SE UNIR E BUSCAR A DEUS E ORAR. DEUS RESTAURA A VIDA! O POVO! A NAÇÃO!!! #COMPARTILHE #RESTAURAÇÃO #TRANSFORMAÇÃO #CURA#VIDA #ORAR #JESUS #FIJI #ilhasfiji #igreja #avivamento

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Celebração - 26 de Janeiro de 2014 (+playlist)

Celebração de 16 de fevereiro

Celebração - 02 de fevereiro de 2014

O Deus redentor - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da mediocridade

Viver em amor - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da mediocridade

O preço da vida - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da mediocridade

Orgulho - Ed.René Kivitz

Preguiça - Ed.René Kivitz

Viver com senso de Oportunidade - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da ...

Viver em Adoração - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da mediocridade

Andar com Deus - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da mediocridade

Começar de novo - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da mediocridade

Viver com Autenticidade - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da mediocri...

O valor da amizade - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da mediocridade

Começar de novo - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da mediocridade

Entregando os sonhos a Deus - Ed René Kivitz - Série: Viva acima da medi...

QUEM TEM OUVIDO OUÇA!!! Ed René Kivitz - Resistindo ao império da imoralidade, tendo a posse ete...

QUEM TEM OUVIDO OUÇA!!!

ED RENÉ KIVITZ - ONDE ESTÁ DEUS

ONDE ESTÁ DEUS!?

O maior segredo da oração - Ed René Kivitz - Culto Noite IBAB

Os filhos do inferno - Ed René Kivitz - Culto IBAB

MUITO BOM VIVER IGREJA ALÉM DOS MUROS!!! Além dos limites: Culto, Clero, Domingo e Templo - Ed René Kivitz - Cult...

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Davi um homem segundo o coração de Deus!!!

Davi um homem segundo o coração de Deus!!!

Essa pode ser tua oração hoje...
Salmo 51:
Escrito quando o profeta Natã veio falar com Davi, depois que este cometeu adultério com Bate-Seba. ...

DAVI BUSCA A MISERICÓRDIA EXALTANDO DEUS.
1... Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões.
2 Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado.

DAVI RECONHECE QUE É FRÁGIL, LIMITADO, PECADOR E QUE DEUS TRATA.
3 Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões, e o meu pecado sempre me persegue.
4 Contra ti, só contra ti, pequei e fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me.
5 Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe.

DAVI RECONHECE A VONTADE E O PODER DE DEUS PARA SUA RESTAURAÇÃO.
6 Sei que desejas a verdade no íntimo; e no coração me ensinas a sabedoria.
7 Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e mais branco do que a neve serei.
8 Faze-me ouvir de novo júbilo e alegria, e os ossos que esmagaste exultarão.
9 Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades.

DAVI BUSCA DEPENDÊNCIA EM DEUS.
10 Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável.
11 Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu Santo Espírito.
12 Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer.

DAVI SE DISPOE A SEVIR.
13 Então ensinarei os teus caminhos aos transgressores, para que os pecadores se voltem para ti.

*DAVI RECONHECE OUTRO PECADO, DAR NOME A ELE E, RECONHECE QUEM DEUS É.
14 Livra-me da culpa dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação! E a minha língua aclamará a tua justiça.

*DAVI APRENDE E PRATICA.
15 Ó Senhor, dá palavras aos meus lábios, e a minha boca anunciará o teu louvor. 16 Não te deleitas em sacrifícios nem te agradas em holocaustos, se não eu os traria.

*DAVI SERVE, ENSINA O QUE APRENDEU E PRATICOU.
17 Os sacrifícios que agradam a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás. 18 Por tua boa vontade faze Sião prosperar; ergue os muros de Jerusalém. 19 Então te agradarás dos sacrifícios sinceros, das ofertas queimadas e dos holocaustos; e novilhos serão oferecidos sobre o teu altar.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

O Tempora, O Mores: Um Engano Chamado "Teologia Inclusiva" ou "Teologi...

Um Engano Chamado "Teologia Inclusiva" ou "Teologia Gay"


O padrão de Deus para o exercício da sexualidade humana é o relacionamento entre um homem e uma mulher no ambiente do casamento. Nesta área, a Bíblia só deixa duas opções para os cristãos: casamento heterossexual e monogâmico ou uma vida celibatária. À luz das Escrituras, relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são vistas não como opção ou alternativa, mas sim como abominação, pecado e erro, sendo tratada como prática contrária à natureza. Contudo, neste tempo em que vivemos, cresce na sociedade em geral, e em setores religiosos, uma valorização da homossexualidade como comportamento não apenas aceitável, mas supostamente compatível com a vida cristã. Diferentes abordagens teológicas têm sido propostas no sentido de se admitir que homossexuais masculinos e femininos possam ser aceitos como parte da Igreja e expressar livremente sua homoafetividade no ambiente cristão.

Existem muitas passagens na Bíblia que se referem ao relacionamento sexual padrão, normal, aceitável e ordenado por Deus, que é o casamento monogâmico heterossexual. Desde o Gênesis, passando pela lei e pela trajetória do povo hebreu, até os evangelhos e as epístolas do Novo Testamento, a tradição bíblica aponta no sentido de que Deus criou homem e mulher com papéis sexuais definidos e complementares do ponto de vista moral, psicológico e físico. Assim, é evidente que não é possível justificar o relacionamento homossexual a partir das Escrituras, e muito menos dar à Bíblia qualquer significado que minimize ou neutralize sua caracterização como ato pecaminoso. Em nenhum momento, a Palavra de Deus justifica ou legitima um estilo homossexual de vida, como os defensores da chamada “teologia inclusiva” têm tentado fazer. Seus argumentos têm pouca ou nenhuma sustentação exegética, teológica ou hermenêutica.

A “teologia inclusiva” é uma abordagem segundo a qual, se Deus é amor, aprovaria todas as relações humanas, sejam quais forem, desde que haja este sentimento. Essa linha de pensamento tem propiciado o surgimento de igrejas onde homossexuais, nesta condição, são admitidos como membros e a eles é ensinado que o comportamento gay não é fator impeditivo à vida cristã e à salvação. Assim, desde que haja amor genuíno entre dois homens ou duas mulheres, isso validaria seu comportamento, à luz das Escrituras. A falácia desse pensamento é que a mesma Bíblia que nos ensina que Deus é amor igualmente diz que ele é santo e que sua vontade quanto à sexualidade humana é que ela seja expressa dentro do casamento heterossexual, sendo proibidas as relações homossexuais.

Em segundo lugar, a “teologia inclusiva” defende que as condenações encontradas no Antigo Testamento, especialmente no livro de Levítico, se referem somente às relações sexuais praticadas em conexão com os cultos idolátricos e pagãos, como era o caso dos praticados pelas nações ao redor de Israel. Além disso, tais proibições se encontram ao lado de outras regras contra comer sangue ou carne de porco, que já seriam ultrapassadas e, portanto, sem validade para os cristãos. Defendem ainda que a prova de que as proibições das práticas homossexuais eram culturais e cerimoniais é que elas eram punidas com a morte – coisa que não se admite a partir da época do Novo Testamento. 

É fato que as relações homossexuais aconteciam inclusive – mas não exclusivamente – nos cultos pagãos dos cananeus. Contudo, fica evidente que a condenação da prática homossexual transcende os limites culturais e cerimoniais, pois é repetida claramente no Novo Testamento. Ela faz parte da lei moral de Deus, válida em todas as épocas e para todas as culturas. A morte de Cristo aboliu as leis cerimoniais, como a proibição de se comer determinados alimentos, mas não a lei moral, onde encontramos a vontade eterna do Criador para a sexualidade humana. Quando ao apedrejamento, basta dizer que outros pecados punidos com a morte no Antigo Testamento continuam sendo tratados como pecado no Novo, mesmo que a condenação capital para eles tenha sido abolida – como, por exemplo, o adultério e a desobediência contumaz aos pais.

PECADO E DESTRUIÇÃO
Os teólogos inclusivos gostam de dizer que Jesus Cristo nunca falou contra o homossexualismo. Em compensação, falou bastante contra a hipocrisia, o adultério, a incredulidade, a avareza e outros pecados tolerados pelos cristãos. Este é o terceiro ponto: sabe-se, todavia, que a razão pela qual Jesus não falou sobre homossexualidade é que ela não representava um problema na sociedade judaica de sua época, que já tinha como padrão o comportamento heterossexual. Não podemos dizer que não havia judeus que eram homossexuais na época de Jesus, mas é seguro afirmar que não assumiam publicamente esta conduta. Portanto, o homossexualismo não era uma realidade social na Palestina na época de Jesus. Todavia, quando a Igreja entrou em contato com o mundo gentílico – sobretudo as culturas grega e romana, onde as práticas homossexuais eram toleradas, embora não totalmente aceitas –, os autores bíblicos, como Paulo, incluíram as mesmas nas listas de pecados contra Deus. Para os cristãos, Paulo e demais autores bíblicos escreveram debaixo da inspiração do Espírito Santo enviado por Jesus Cristo. Portanto, suas palavras são igualmente determinantes para a conduta da Igreja nos dias de hoje.

O quarto ponto equivocado da abordagem que tenta fazer do comportamento gay algo normal e aceitável no âmbito do Cristianismo é a suposição de que o pecado de Sodoma e Gomorra não foi o homossexualismo, mas a falta de hospitalidade para com os hóspedes de Ló. A base dos teólogos inclusivos para esta afirmação é que no original hebraico se diz que os homens de Sodoma queriam “conhecer” os hóspedes de Ló (Gênesis 19.5) e não abusar sexualmente deles, como é traduzido em várias versões, como na Almeida atualizada. Outras versões como a Nova versão internacional e a Nova tradução na linguagem de hojeentendem que conhecer ali é conhecer sexualmente e dizem que os concidadãos de Ló queriam “ter relações” com os visitantes, enquanto a SBP é ainda mais clara: “Queremos dormir com eles”. Usando-se a regra de interpretação simples de analisar palavras em seus contextos, percebe-se que o termo hebraico usado para dizer que os homens de Sodoma queriam “conhecer” os hóspedes de Ló (yadah) é o mesmo termo que Ló usa para dizer que suas filhas, que ele oferecia como alternativa à tara daqueles homens, eram virgens: “Elas nunca conheceram (yadah) homem”, diz o versículo 8. Assim, fica evidente que “conhecer”, no contexto da passagem de Gênesis, significa ter relações sexuais. Foi esta a interpretação de Filo, autor judeu do século 1º, em sua obra sobre a vida de Abraão: segundo ele, "os homens de Sodoma se acostumaram gradativamente a ser tratados como mulheres."

Ainda sobre o pecado cometido naquelas cidades bíblicas, que acabaria acarretando sua destruição, a “teologia inclusiva” defende que o profeta Ezequiel claramente diz que o erro daquela gente foi a soberba e a falta de amparo ao pobre e ao necessitado (Ez 16.49). Contudo, muito antes de Ezequiel, o “sodomita” era colocado ao lado da prostituta na lei de Moisés: o rendimento de ambos, fruto de sua imoralidade sexual, não deveria ser recebido como oferta a Deus, conforme Deuteronômio 23.18. Além do mais, quando lemos a declaração do profeta em contexto, percebemos que a soberba e a falta de caridade era apenas um entre os muitos pecados dos sodomitas. Ezequiel menciona as “abominações” dos sodomitas, as quais foram a causa final da sua destruição: “Eis que esta foi a iniquidade de Sodoma, tua irmã: soberba, fartura de pão e próspera tranquilidade teve ela e suas filhas; mas nunca amparou o pobre e o necessitado. Foram arrogantes e fizeram abominações diante de mim; pelo que, em vendo isto, as removi dali” (Ez 16.49-50). Da mesma forma, Pedro, em sua segunda epístolas, refere-se às práticas pecaminosas dos moradores de Sodoma e Gomorra tratando-as como “procedimento libertino”.

Um quinto argumento é que haveria alguns casos de amor homossexual na Bíblia, a começar pelo rei Davi, para quem o amor de seu amigo Jônatas era excepcional, “ultrapassando o das mulheres” (II Samuel 1.26). Contudo, qualquer leitor da Bíblia sabe que o maior problema pessoal de Davi era a falta de domínio próprio quanto à sua atração por mulheres. Foi isso que o levou a casar com várias delas e, finalmente, a adulterar com Bate-Seba, a mulher de Urias. Seu amor por Jônatas era aquela amizade intensa que pode existir entre duas pessoas do mesmo sexo e sem qualquer conotação erótica. Alguns defensores da “teologia inclusiva” chegam a categorizar o relacionamento entre Jesus e João como homoafetivo, pois este, sendo o discípulo amado do Filho de Deus, numa ocasião reclinou a sua cabeça no peito do Mestre (João 13.25). Acontece que tal atitude, na cultura oriental, era uma demonstração de amizade varonil – contudo, acaba sendo interpretada como suposta evidência de um relacionamento homoafetivo. Quem pensa assim não consegue enxergar amizade pura e simples entre pessoas do mesmo sexo sem lhe atribuir uma conotação sexual.

“TORPEZA”
Há uma sexta tentativa de reinterpretar passagens bíblicas com objetivo de legitimar a homossexualidade. Os propagadores da “teologia gay” dizem que, no texto de Romanos 1.24-27, o apóstolo Paulo estaria apenas repetindo a proibição de Levítico à prática homossexual na forma da prostituição cultual, tanto de homens como de mulheres – proibição esta que não se aplicaria fora do contexto do culto idolátrico e pagão. Todavia, basta que se leia a passagem para ficar claro o que Paulo estava condenando. O apóstolo quis dizer exatamente o que o texto diz: que homens e mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza, e que se inflamaram mutuamente em sua sensualidade – homens com homens e mulheres com mulheres –, “cometendo torpeza” e “recebendo a merecida punição por seus erros”. E ao se referir ao lesbianismo como pecado, Paulo deixa claro que não está tratando apenas da pederastia, como alguns alegam, visto que a mesma só pode acontecer entre homens, mas a todas as relações homossexuais, quer entre homens ou mulheres.

É alegado também que, em I Coríntios 6.9, os citados efeminados e sodomitas não seriam homossexuais, mas pessoas de caráter moral fraco (malakoi, pessoa “macia” ou “suave”) e que praticam a imoralidade em geral (arsenokoites, palavra que teria sido inventada por Paulo). Todavia, se este é o sentido, o que significa as referências a impuros e adúlteros, que aparecem na mesma lista? Por que o apóstolo repetiria estes conceitos? Na verdade, efeminado se refere ao que toma a posição passiva no ato homossexual – este é o sentido que a palavra tem na literatura grega da época, em autores como Homero, Filo e Josefo – e sodomita é a referência ao homem que deseja ter coito com outro homem.

Há ainda uma sétima justificativa apresentada por aqueles que acham que a homossexualidade é compatível com a fé cristã. Segundo eles, muitas igrejas cristãs históricas, hoje, já aceitam a prática homossexual como normal – tanto que homossexuais praticantes, homens e mulheres, têm sido aceitos não somente como membros mas também como pastores e pastoras. Essas igrejas, igualmente, defendem e aceitam a união civil e o casamento entre pessoa do mesmo sexo. É o caso, por exemplo, da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos – que nada tem a ver com a Igreja Presbiteriana do Brasil –, da Igreja Episcopal no Canadá e de igrejas em nações européias como Suécia, Noruega e Dinamarca, entre outras confissões. Na maioria dos casos, a aceitação da homossexualidade provocou divisões nestas igrejas, e é preciso observar, também, que só aconteceu depois de um longo processo de rejeição da inspiração, infalibilidade e autoridade da Bíblia. Via de regra, essas denominações adotaram o método histórico-crítico – que, por definição, admite que as Sagradas Escrituras são condicionadas culturalmente e que refletem os erros e os preconceitos da época de seus autores. Desta forma, a aceitação da prática homossexual foi apenas um passo lógico. Outros ainda virão. Todavia, cristãos que recebem a Bíblia como a infalível e inerrante Palavra de Deus não podem aceitar a prática homossexual, a não ser como uma daquelas relações sexuais consideradas como pecaminosas pelo Senhor, como o adultério, a prostituição e a fornicação.

Contudo, é um erro pensar que a Bíblia encara a prática homossexual como sendo o pecado mais grave de todos. Na verdade, existe um pecado para o qual não há perdão, mas com certeza não se trata da prática homossexual: é a blasfêmia contra o Espírito Santo, que consiste em atribuir a Satanás o poder pelo qual Jesus Cristo realizou os seus milagres e prodígios aqui neste mundo, mencionado em Marcos 3.22-30. Consequentemente, não está correto usar a Bíblia como base para tratar homossexuais como sendo os piores pecadores dentre todos, que estariam além da possibilidade de salvação e que, portanto, seriam merecedores de ódio e desprezo. É lamentável e triste que isso tenha acontecido no passado e esteja se repetindo no presente. A mensagem da Bíblia é esta: “Todos pecaram e carecem da glória de Deus”, conforme Romanos 3.23. Todos nós precisamos nos arrepender de nossos pecados e nos submetermos a Jesus Cristo, o Salvador, pela fé, para recebermos o perdão e a vida eterna.

Lembremos ainda que os autores bíblicos sempre tratam da prática homossexual juntamente com outros pecados. O 20º capítulo de Levítico proíbe não somente as relações entre pessoas do mesmo sexo, como também o adultério, o incesto e a bestialidade. Os sodomitas e efeminados aparecem ao lado dos adúlteros, impuros, ladrões, avarentos e maldizentes, quando o apóstolo Paulo lista aqueles que não herdarão o Reino de Deus (I Coríntios 6.9-10). Porém, da mesma forma que havia nas igrejas cristãs adúlteros e prostitutas que haviam se arrependido e mudado de vida, mediante a fé em Jesus Cristo, havia também efeminados e sodomitas na lista daqueles que foram perdoados e transformados.

COMPAIXÃO
É fundamental, aqui, fazer uma importante distinção. O que a Bíblia condena é a prática homossexual, e não a tentação a esta prática. Não é pecado ser tentado ao homossexualismo, da mesma forma que não é pecado ser tentado ao adultério ou ao roubo, desde que se resista. As pessoas que sentem atração por outras do mesmo sexo devem lembrar que tal desejo é resultado da desordem moral que entrou na humanidade com a queda de Adão e que, em Cristo Jesus, o segundo Adão, podem receber graça e poder para resistir e vencer, sendo justificados diante de Deus.

Existem várias causas identificadas comumente para a atração por pessoas do mesmo sexo, como o abuso sexual sofrido na infância. Muitos gays provêm de famílias disfuncionais ou tiveram experiências negativas com pessoas do sexo oposto.  Há aqueles, também, que agem deliberadamente por promiscuidade e têm desejo de chocar os outros. Um outro fator a se levar em conta são as tendências genéticas à homossexualidade, cuja existência não está comprovada até agora e tem sido objeto de intensa polêmica. Todavia, do ponto de vista bíblico, o homossexualismo é o resultado do abandono da glória de Deus, da idolatria e da incredulidade por parte da raça humana, conforme Romanos 1.18-32. Portanto, não é possível para quem crê na Bíblia justificar as práticas homossexuais sob a alegação de compulsão incontrolável e inevitável, muito embora os que sofrem com esse tipo de impulso devam ser objeto de compaixão e ajuda da Igreja cristã.

É preciso também repudiar toda manifestação de ódio contra homossexuais, da mesma forma com que o fazemos em relação a qualquer pessoa. Isso jamais nos deveria impedir, todavia, de declarar com sinceridade e respeito nossa convicção bíblica de que a prática homossexual é pecaminosa e que não podemos concordar com ela, nem com leis que a legitimam. Diante da existência de dispositivos legais que permitem que uma pessoa deixe ou transfira seus bens a quem ele queira, ainda em vida, não há necessidade de leis legitimando a união civil de pessoas de mesmo sexo – basta a simples manifestação de vontade, registrada em cartório civil, na forma de testamento ou acordo entre as partes envolvidas. O reconhecimento dos direitos da união homoafetiva valida a prática homossexual e abre a porta para o reconhecimento de um novo conceito de família. No Brasil, o reconhecimento da união civil de pessoas do mesmo sexo para fins de herança e outros benefícios aconteceu ao arrepio do que diz a Constituição: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento” (Art. 226, § 3º).

Cristãos que recebem a Bíblia como a palavra de Deus não podem ser a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, uma vez que seria a validação daquilo que as Escrituras, claramente, tratam como pecado. O casamento está no âmbito da autoridade do Estado e os cristãos são orientados pela Palavra de Deus a se submeter às autoridades constituídas; contudo, a mesma Bíblia nos ensina que nossa consciência está submissa, em última instância, à lei de Deus e não às leis humanas – “Importa antes obedecer a Deus que os homens” (Atos 5.29). Se o Estado legitimar aquilo que Deus considera ilegítimo, e vier a obrigar os cristãos a irem contra a sua consciência, eles devem estar prontos a viver, de maneira respeitosa e pacífica em oposição sincera e honesta, qualquer que seja o preço a ser pago.

[Artigo publicado na revista Cristianismo Hoje]

domingo, 16 de setembro de 2012

COMUNHÃO

COMUNHÃO

Será que precisamos uns dos outros? 

Não seria melhor vivermos isolados dos outros? Será que conseguiríamos viver sozinhos sem nos comunicar com ninguém? Qual seriam as conseqüências em viver de tal maneira? Essas perguntas me surgem enquanto caminho, é tão interessante observar nosso comportamento em detrimento do comportamento de outras pessoas, olhando isso consigo ver claramente no
ssa tendência ao isolamento, em agirmos de forma egocêntrica, tentamos nos esconder atrás do emprego, estudo, namoro, entre tantas outras coisas.

Na realidade tentamos nos esconder para fugirmos de nossas fraquezas, temos medo de encarar a nós, talvez daí surja a vontade de falar das outras pessoas, olhamos mais para os outros do que para outras pessoas, tiramos os holofotes de nós e o focamos nos outros, por isso temos muitas vezes dificuldades em nossos relacionamentos, nós pensamos que nos relacionamos, mas de fato na maioria das vezes não o aprofundamos, isso por que o verdadeiro relacionamento só existe quando somos verdadeiros(com as pessoas e com nós mesmos) e não escondemos quem somos, quando o foco de nosso senso critico volta a se fixar em nós.
Nesse ponto entendemos o quanto precisamos das pessoas, quando percebemos que não somos perfeitos, e os outros não são piores nem melhores que nós, que elas também estão no mesmo caminho que nós e que só em uma comunidade verdadeira onde podemos ser sinceros poderemos viver sem ilusões.

Relacionamentos são a base do ministério de Jesus, Ele teve uma família com a qual ele se relacionava, tinha amigos(caso contrario não seria convidado para festas, João 2:1-2) com os quais gostava de estar, ao longo de seu ministério Jesus se relacionou com pessoas, com certeza sabendo da importância de relacionamentos para nós, Ele deu o privilegio a doze homens de andar mais próximo dEle, conhecendo-o melhor, para que se pudesse ver um Deus que anda conosco e que deseja que ajudemo-nos mutuamente amando até quem nos odeiam, nos relacionando com excelência.

Lélio Ivo



quarta-feira, 20 de abril de 2011

O Líder que Brilha

O líder que brilha: Sete relacionamentos que levam à excelência

David Kornfield

A resplandecente Estrela da Manhã nos chama para sermos, também, estrelas a brilhar no meio de uma geração depravada e corrompida (Fp 2.15). Existem muitas estrelas, mas nem todas realmente brilham. Da mesma forma, há bastante líderes bons; porém é bem mais raro encontrar líderes excelentes que permanecem assim através dos anos.

O líder realmente grande demonstra sua grandeza na habilidade de vivenciar o Grande Mandamento de amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo (Mt 22.36-40). Quer dizer, essa pessoa é fantástica em se relacionar, até consigo mesma, tendo uma harmonia interna que se reflete em suas relações externas. A Grande Comissão de fazer discípulos (Mt 28.18-20) também se pode entender como profundamente relacional, uma vez que define o discipulado como Jesus o definiu: uma relação comprometida e pessoal.

Sete relacionamentos são fundamentais para nos transportar da condição de bons para excelentes. Ninguém será um líder que verdadeiramente brilha se não se sobressair em cada um deles, se relacionando bem com:

1. Jesus Cristo
2. Consigo mesmo
3. Sua família
4. Um grupo pastoral
5. Sua equipe (para um pastor, isto seria sua equipe pastoral)
6. Um líder pastoral, discipulador ou mentor
7. Amigos íntimos

Visualizemos os sete itens acima através de uma estrela.
O centro dela é Jesus Cristo e nada pode tomar o Seu lugar de destaque. Devemos estar e permanecer n’Ele para fazermos a diferença e brilharmos. O verdadeiro filho não pode fazer nada de si mesmo (Jo 5.19). Isso se aplica a nós e não apenas a Jesus. Ele esclarece isso quando diz que sem ele, não podemos fazer coisa alguma, que não podemos dar fruto sem permanecer nele (Jo 15.4, 5).
A prioridade deste relacionamento fica claro no Grande Mandamento e no chamado a buscar a Ele e sua justiça em primeiro lugar, sabendo que todas as outras coisas serão acrescentadas (Mt 6.33).
Em segundo lugar, o líder estrela se relaciona bem consigo mesmo. Gosta de si mesmo, sem ser orgulhoso. Leva a sério a advertência de Paulo para Timóteo “Cuide de si mesmo...” (1 Tm 4.16). Cuida de sua saúde física, emocional e espiritual. Ele se entende. Conhece seu chamado, dons e pontos fortes, como também suas vulnerabilidades e fraquezas. Ele se esforça em crescer, em se afiar e não se acomodar, ao mesmo tempo que fica patente que isso é a graça de Deus agindo nele e não apenas o seu próprio esforço (1 Co 15.10).

Uma terceira prioridade, após Deus e o cuidado consigo mesmo, é ter uma família que brilha, onde o mistério do amor entre Cristo e a Igreja se revela no amor entre marido e mulher. Refletir o Reino de Deus e desfrutar disso em casa é fundamental para a vida e ministério de qualquer líder pastoral (1 Tm 3.2, 4-5, 10; 5.8). A família é como um farol que não pode ser escondido, sua saúde e alegria (ou a falta do mesmo) sendo evidente. Se ela não está bem, levanta sérias perguntas quanto à integridade e validade do ministério do líder. Quando brilhamos nisto, as pessoas são atraídas a nosso casamento e família, vendo-o como um exemplo num mundo que carece terrivelmente disso.

Em quarto lugar, o líder estrela precisa de um grupo pastoral que o ame, o aceite e nutra; que o ajude na prestação de contas e ande junto dele no dia-a-dia, encorajando-o, fortalecendo-o e, quando preciso, confrontando-o em amor. Esse grupo cumpre as palavras de Paulo quando ele diz aos presbíteros de Éfeso “Cuidem de vocês mesmos...” (At 20.28). Para funcionar bem é interessante que o grupo seja pequeno mesmo, um grupinho de 3-4 pessoas, onde todos realmente se conhecem, abrem seus corações e cuidam uns dos outros, até de forma preventiva para que problemas maiores nem apareçam.

Em quinto lugar, todos temos um chamado e precisamos de uma equipe para realizá-lo. Ninguém vai longe sozinho. Precisamos de parceiros, aliados, com o mesmo chamado e que nos provocam, estimulam e complementam; aliados que nos apoiam nos momentos em que o desânimo nos acomete e nos protegem de nossos pontos fracos. Um grande segredo para o sucesso como líder é ter um co-líder, um sucessor, um escudeiro que o acompanha, o seu braço direito. Através desta equipe realmente estendemos o Reino de Deus para outros.

Em sexto lugar, o líder estrela tem um mentor que se importa com ele. Um mentor ou líder pastoral é alguém que fornece um ambiente de amor e aceitação, onde ele incentiva, exorta, desafia e provoca uma transposição do ordinário para o extraordinário. Ele acredita profundamente em nós e tem uma graça especial para ministrar à nossa vida. Encontros com esta pessoa são freqüentemente divinos, quando Deus revela o Seu poder, sabedoria ou presença de forma especial.

E em sétimo e último lugar, um excelente líder tem amigos íntimos, cuja relação não se baseia no ministério. Esses amigos esclarecem e ressaltam que existe uma vida além do ministério que é preciosa e precisa ser desfrutada. Amigos são pessoas com as quais abrimos nossos corações; que têm liberdade especial para nos corrigir ou confrontar em amor, especialmente quando somos tentados a exagerar em nossos envolvimentos ministeriais. O ideal é termos um ou dois amigos íntimos do mesmo sexo e, se for casado, um casal com quem você e seu cônjuge tenham uma amizade especial. Se puder ter um bom amigo do sexo oposto (além de seu cônjuge), como também alguém não crente, isso acrescenta à sua capacidade de ser uma pessoa equilibrada. Esses amigos nos ajudam a lembrarmo-nos de que somos “gente” e que precisamos ter momentos de simplesmente desfrutar disso!

Quantos, desses sete relacionamentos, funcionam bem em sua vida? Realmente vale a pena investir nestas áreas; o retorno será sempre bem maior que nosso investimento. Se houver alguma ponta da estrela que nem existe em sua vida, corra atrás dela! Não fique acomodado, não se contente em ser apenas bom. Pesquisas mostram que a área onde pastores e líderes sentem mais carência é em sua relação com Deus. Além disso, a maioria dos líderes tem fraqueza na área da família e, muitas vezes, as outras cinco pontas sequer existem!

Se estes relacionamentos não existem ou não andam bem em nossa vida, é porque não investimos seriamente neles. A Bíblia diz que se buscarmos, encontraremos. Se procurarmos, acharemos. Se batermos na porta, abrir-se-nos-á (Mt 7.7). Se não desistirmos, se realmente formos sérios em nossa procura, Deus acabará revelando-nos quem deve preencher a lacuna que existir nessa estrela.

Perguntas para reflexão:

1. Que nota (de 0 a 10) você daria a si mesmo em cada um dos relacionamentos ressaltados aqui?

2. Em qual das sete áreas você mais gostaria de melhorar? Como?

3. Ninguém consegue brilhar no seu campo ou especialidade sem dedicação e disciplina (veja Pv 1.2, 3, 7). O que você precisa mudar em seu estilo de vida se quiser realmente brilhar?

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Fonte: http://www.mapi-sepal.org.br/defferartilider.htm

Deus restaurará nossa alegria!

Deus restaurará nossa alegria!


Por: Marcos Witt
Acredito com todo meu coração que uma das coisas que o Espírito Santo está fazendo em toda a América Latina é mudar o lamento em alegria. Há tantos cristãos que andam se lamentando, tristes, falando do gozo do Senhor e dizendo com tristeza: “é, Cristo, me salvou, aleluia”. É incrível - nós cristãos somos os que mais falamos da alegria do Senhor, mas somos os que menos vivemos essa alegria.

O Senhor é um Deus de alegria e gozo! Ele sabe rir, e tem um grande senso de humor. Deus inventou a gargalhada e o riso, e se Ele sabe rir, você também precisa aprender!

João capítulo 2 diz que Jesus foi convidado para um casamento, onde sua mãe pediu que Ele solucionasse um problema: acabara o vinho da festa. O vinho representa várias coisas na Bíblia; uma delas é alegria. Deus quer restaurar nossa alegria.

Chama minha atenção o fato do primeiro milagre feito por Jesus ter sido um milagre emocional. De que nos adianta estar perfeitos fisicamente, se emocionalmente estamos mal? Pessoas sãs por fora, mas por dentro carcomidas pela amargura e pela angústia. Por isso, prefiro mil vezes ter a perna torta, mas o coração alegre, livre e disposto a louvar a Deus. Se você está vivo, louve a Cristo! Não condicione sua alegria ao que acontece ao seu redor. Se você não tem tudo o que precisa, alegre-se e regozije-se em Deus, pois Ele nunca o deixará.

A primeira coisa que precisamos fazer para ter alegria é convidar Jesus para a festa; é ter Jesus em nossas vidas. Se os noivos não tivessem convidado Jesus para ir à festa naquela tarde, não teriam recebido o milagre.

A segunda coisa que você precisa fazer é obedecer. O segredo daquele casal para receber o milagre foi o fato de terem obedecido; eles fizeram o que Jesus lhes disse para fazer. Coopere com Jesus, obedeça-o! Maria disse aos discípulos: “façam tudo o que Ele disser”. Há muitas pessoas que nunca recebem o milagre de Deus porque querem fazer tudo de acordo com sua própria maneira de pensar. Deus sabe melhor do que ninguém como arrumar as coisas. Você só precisa cooperar com Jesus, fazer o que Ele lhe disse para fazer e nada mais.

Em terceiro lugar, dê a Jesus algo com o que trabalhar. O que deram a Jesus na festa? Água. Para você pode parecer algo muito simples. Mas você não precisa dar muita coisa ao Senhor para que Ele faça um milagre. Ele não precisa de nada além de um pouquinho de fé; isso é tudo o que Ele precisa. Ou seja, para receber um milagre, sua fé não precisa chegar nem ao tamanho de um grão de mostarda. Ele pega seu pouquinho de fé e a transforma em um grande milagre.

Em quarto lugar, faça o trabalho. Algumas pessoas se deitam em sua rede debaixo de uma palmeira com um copo de suco de abacaxi dizendo “Oh Deus! Faz a obra Pai, faz a obra Senhor!” E o Senhor diz: “faça a obra você, preguiçoso!” Jesus é aquele que transformou a água em vinho, mas foram os discípulos que carregaram a água. O que você pode fazer, Deus não vai fazer. Ele espera que você faça a sua parte. Não importa que suas circunstâncias não tenham mudado, alegre-se no Senhor, regozije-se e Ele fará o milagre.

O diabo tem roubado a alegria de alguns de vocês. É tempo de deixar que Deus mude seu lamento em baile. Deus quer mudar sua tristeza em alegria. Deus vai mudar sua água em vinho. Apenas jogue água em seu espírito, continue carregando água, continue adorando, continue bendizendo ao Senhor, continue sendo fiel, continue entregando seu dízimo - tudo isso é jogar água, e Deus transformará essa água em alegria.

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Fonte: http://www.liderebrasil.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=166&sid=30

Você faz a diferença

Você faz a diferença


Por John Maxwell

Você já ouviu alguém dizer: "Atitude é tudo"? Bem, parece ser verdade, mas infelizmente não é assim que as coisas funcionam.

Se você tivesse perguntado a mim sobre a importância da atitude há 20 anos atrás, eu teria dito: "Sua atitude é a única diferença entre o sucesso e o fracasso. Você é apenas um sonho longe do sucesso!". Naquela época, eu achava que, se você acreditasse, poderia alcançá-lo, e tudo o que tinha de fazer era dar um jeito para as coisas acontecerem.

Encontramos esse mesmo princípio presente em nossas igrejas, determinando a atitude de muitos cristãos. Ancorados em sua "atitude de fé", eles pensam ser capazes de fazer qualquer coisa: pregar, cantar, ensinar, ministrar, etc. Mas é ilusória a promessa de que atitude é tudo. Na verdade, se você acreditar que atitude é tudo, isso de fato poderá mais machucá-lo do que ajudá-lo. Se assim fosse, então a única coisa que separaria a minha carreira da de um cantor bem-sucedido seria eu acreditar que posso cantar. Mas, acredite, há outro fator que se interpõe em meu caminho: TALENTO. Você pode realmente desejar de todo o coração cantar para Deus, mas dificilmente chegará a ser um Marcos Witt, ganhador de dois prêmios Grammy. Você pode realmente desejar ser um pregador, mas talvez nunca chegue a ser como Billy Graham.

Então, há algum valor em ter uma boa atitude? Claro que sim! É a atitude que faz a diferença! Atitude não é tudo, mas pode fazer uma grande diferença em sua vida.

Marcos Witt, por exemplo, não somente dedicou-se ao estudo de piano e canto por anos para desenvolver seu talento, mas também teve atitudes que fizeram a diferença entre ele e os demais garotos que estudaram com ele no mesmo conservatório.

Você precisa descobrir o que a atitude pode e o que ela não pode fazer por você, e como você pode fazer dela uma qualidade para melhor servir onde você foi chamado. A atitude é como um sentimento interior que se expressa pelo comportamento exterior. As pessoas sempre projetam no exterior o que sentem no interior. Algumas pessoas tentam encobrir sua atitude e podem enganar os outros por um bom tempo. Mas essa "capa" não dura muito tempo. A atitude sempre vem à tona. Por isso, não importa quão talentoso você seja, sua atitude sempre revelará se você realmente deseja aplicar seus talentos para servir à causa de Cristo.

Sua atitude é como o pincel da mente; é ela que dá cor a cada aspecto de sua vida. Ela pode pintar tudo de cores claras e brilhantes, criando uma obra-prima, ou transformar tudo em algo escuro e sombrio. Você certamente conhece algum cristão inteligente e talentoso, que em lugar de acreditar que Deus pode usar sua vida para impactar sua nação, entregando-se de forma apaixonada e cheia de fé ao seu chamado, prefere enterrar-se em uma atitude conformista. Também conhece o irmão cheio de fé e entusiasmo, que sem qualquer habilidade esforça-se para impactar essa mesma nação. Raro é encontrar o cristão que usa seus talentos para impactar a nação, motivado por uma atitude de fé e ousadia.

Antes de começar a questionar por que vemos atitudes tão diferentes entre nós, lembre-se: todos somos diferentes. Cada pessoa nasce como um ser único. Todos somos tão diferentes quanto nossas impressões digitais. Até gêmeos que são geneticamente idênticos têm personalidades distintas. E seu tipo de personalidade, seu "jeito natural", tem influência direta sobre sua atitude. Mas isso não quer dizer que você esteja preso à sua personalidade, de maneira alguma. Mas sua atitude certamente sofrerá o impacto dela.

Sua atitude pode ser determinada por diferentes fatores, tais como sua personalidade, o ambiente ao qual você foi exposto enquanto crescia, palavras positivas ou negativas que você pode ter ouvido ao longo de sua vida, a imagem que você tem de si mesmo, sua maneira de pensar, e as escolhas que você faz.

Portanto, para mudar sua atitude, você precisa trabalhar essas áreas em sua vida, pois é a atitude que separa os melhores do restante. É ela que separa o medalhista de ouro do medalhista de prata nas olimpíadas; é ela que separa o empresário de sucesso daquele que não tem sucesso; é ela que faz a diferença entre aqueles que levantam suas mãos durante o apelo na pregação do domingo, e os que voltam para suas casas da mesma maneira; é ela que faz a diferença entre os que se sentam nos bandos das igrejas por anos a fio, apenas recebendo, e os que se levantam para dar suas vidas em prol do Reino.

É a atitude que separa o jovem rico, do cego sentado à beira do caminho.

A atitude não pode fazer tudo sozinha, mas irá ajudá-lo a superar obstáculos enquanto você procura aperfeiçoar seus talentos. Para mudar sua vida, você deve optar por assumir a responsabilidade por sua atitude e fazer o possível para que suas escolhas sejam bem sucedidas.

Sua atitude realmente pode vir a fazer diferença. Só depende de você.

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Fonte: http://www.liderebrasil.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=180&sid=30

terça-feira, 12 de abril de 2011

Um Amigo! Um Irmão

Houve uma vez dois amigos:
Eles eram inseparáveis, eram uma só Alma. Mas por alguma razão seus caminhos tomaram dois rumos distintos e se separaram.

E ISTO INICIOU ASSIM:
Eu nunca voltei a saber do meu amigo até o dia de ontem, depois de 10 anos, que caminhando pela rua me encontrei com a mãe dele.
A comprimentei e perguntei por meu amigo. Nesse momento seus olhos se encheram de lágrimas e me olhou nos olhos dizendo:
-Morreu ontem... Não soube o que dizer a ela, ela seguia me olhando e então perguntei como ele tinha morrido.
Ela me convidou a ir a sua casa, ao chegar ali me chamou para sentar na velha sala onde passei grande parte de minha vida, sempre brincávamos ali, meu amigo e eu.
Me sentei e ela começou a contar-me a triste história.
Fazia 2 anos que diagnosticaram uma rara enfermidade, e sua cura dependia de receber todo mês uma transfusão de sangue durante 3 meses, mas... Recorda que seu sangue era muito raro?
Sim, eu sei, igual ao meu...

Ele dizia que da única pessoa que receberia sangue seria de ti, mas não quiz que te procurássemos, ele dizia todas as noites:
-Não o procurem, tenho certeza que amanhã ele virá...
Assim passaram os meses, e todas as noites se sentava nessa mesma cadeira onde estás tu sentado e orava para que te lembrastes dele e viesse na manhã seguinte.
Assim acabou sua vida e ontem na última noite de sua vida, estava muito mal, e sorrindo me disse:
-Mãe, eu sei que logo meu amigo virá, pergunta pra ele por que demorou tanto e entrega a ele esse bilhete que está na minha gaveta. A senhora se levantou, regressou e me entregou o bilhete que dizia:
Meu amigo, sabia que virias, tardastes um pouco mas não importa, o importante é que viestes. Agora estou te esperando em outro lugar, espero que demores a chegar aqui, mas enquanto isso quero dizer desde o céu tens um amigo, meu querido melhor amigo. Ah, por certo, te recordas porquê nós nos distanciamos? Sim, foi porque não quiz te emprestar minha bola nova, rsrs, que tempos heim... Éramos insuportáveis, bom pois quero dizer que te dou ela de presente e espero que gostes muito. Amo você! Teu amigo de sempre e para sempre!

"Não deixes que teu orgulho possa mais que teu coração... A amizade é como o mar, se vê o princípio mas não o final..."
"O amigo ama em todos os momentos; é um irmão na adversidade."Pv. 17:17"

segunda-feira, 21 de março de 2011

Suportando-vos uns aos outros???

 Suportando-vos uns aos outros...

Já ouvi por muitas vezes pessoas interpretarem de forma errada esta passagem bíblica em Efésio 4.2, "suportando-vos uns aos outros". 
 
Muitos interpretam a palavra "suportar" como "tolerar" e chegam ao cúmulo de dizer: " Não gosto de fulano mas o suporto porque a Palavra manda!"
Suportar é algo que está muito além desta concepção. Significa sustentar, estar debaixo de..., sofrer, etc. 
 
Creio que a gravura ao lado melhor define o que verdadeiramente significa, suportai-vos uns aos outros.
Muitas vezes somos intolerantes com o nosso próximo, não aceitando suas fraquezas, sua queda.
 
É suportando o caído que mostraremos o verdadeiro amor. Quantos estão hoje em dia nas igrejas sem forças para vencer o pecado, sem forças para superar suas perdas, com cargas tão pesadas que não podem se levantar.
É aí que o Senhor nos chama para "levar as cargas uns dos outros", para "suportar-nos em amor", para servirmos de apoio para aquele que não tem forças para caminhar.
 
Jesus não olhou para nossa condição de pecador quando carregou a cruz pesada, que era para nós mesmos carregarmos. Ele suportou a cruz, Ele suportou os cravos, Ele suportou a dor, e muitas vezes por causa de uma ofensa ou de um desagrado somos incapazes de suportar o próximo.
 
Olhemos para o exemplo de amor de Jesus, para o exemplo de abnegação, de compaixão e busquemos fazer o bem, sem olhar a quem!
Que Deus nos abençoe!!!
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fonte: http://adoracaosemlimitesmariangela.blogspot.com/2009/03/suportando-vos-uns-aos-outros.html

Homossexualismo à luz de Deus

Homossexualismo à luz de Deus em RM 1:26-27 PDF Imprimir E-mail

Desde os primórdios da humanidade, as sociedades convivem com os mais variados tipos de comportamentos sexuais. O relato bíblico da Criação em Gn 1 e 2 mostra que Deus formou o homem e a mulher para viverem em comunhão íntima, tornado-se “uma só carne”. Porém o pecado infiltrou-se nos relacionamentos sexuais entre os seres humanos de tal forma que hoje a sociedade convive com uma variação enorme de perversões sexuais, tais como: narcisismo, homossexualismo, masturbação, sadismo, masoquismo, exibicionismo, pedofilia, gerontofilia, fetichismo, travestismo, incesto, pluralismo, necrofilia, bestialidade, zoofilia, voyeurismo, sexopatia acústica, renifleurismo, coprofagia, frotterurismo, entre outros.

O presente trabalho não vai entrar nos detalhes das diversas anomalias sexuais, limitando-se apenas ao estudo do homossexualismo, pois este é o tema tratado pelo apóstolo Paulo em Rm 1:26 e 27. O artigo será dividido nas seguintes seções: Estudo da referência paulina em Romanos; conceito e causas da homossexualidade; os motivos pelos quais Deus condena este comportamento sexual; terapia para a regeneração daqueles que apresentam este desvio da sua sexualidade. Ao final, será apresentado um resumo do trabalho e as conclusões encontradas.
Comentário Sobre Rm 1:26-27

Encontra-se a declaração de Paulo nas seguintes palavras:
"Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." Romanos 1:26-27

Há um consenso geral de que Paulo referia-se aqui à prática do lesbianismo e do homossexualismo masculino. A palavra “natural” (kata physin) em oposição à “contrária à natureza” (para physin) era usada no tempo de Paulo com muita freqüência como uma maneira de estabelecer distinção entre comportamento heterossexual e homossexual. Harrison acrescenta que “Paulo usa linguagem direta, para condenar a perversão do sexo fora do seu justo lugar: dentro do relacionamento conjugal”. Outro teólogo afirma que a contaminação do corpo humano é claramente manifestada no homossexualismo, pois ele é obviamente antinatural, contrário à natureza sexual.

A prática do homossexualismo era comum no mundo pagão, tendo forte presença na sociedade em geral, sendo designado como o “pecado grego”. Paulo escreveu sua epístola aos Romanos na cidade de Corinto, a capital dos vícios gregos, e certamente já vira ali evidências sobre as práticas homossexuais.

Lovelace ainda diz que “contrária à natureza” significa “simplesmente contra a intenção de Deus para o comportamento sexual humano que é explicitamente visível na natureza, na função complementar dos órgãos sexuais e dos temperamentos do macho e da fêmea”.

No verso 27 Paulo emprega o termo arsen 3 vezes, traduzidos na ARA por “homens”. O substantivo arsenokoites (“homossexual masculino”, “pederasta”) é empregado pelo apóstolo como alguém que não herdará a salvação por estar sob a condenação de Deus (1Co 6:9; 1Tm 1:10). Brown ainda acrescenta que aqui a perversão sexual é vista como resultado de (e, até certo ponto, um julgamento sobre) o pecado do homem em adorar a criatura ao invés do criador.

Conceito e Causas da Homossexualidade

Uma vez comprovado que o tema que Paulo abordou em Rm 1:26-27 foi mesmo a homossexualidade, tanto masculina quanto feminina, faz-se necessário um maior aprofundamento sobre o estudo deste comportamento sexual.

O homossexual é considerado uma pessoa com tendência a dirigir o desejo sexual para outra pessoa do mesmo sexo, ou seja, ele (ou ela) sente atração erótico-sexual por parceiro do mesmo sexo. Maranon apresenta uma definição mais completa sobre a homossexualidade nas seguintes palavras:
Por mais classificações que se façam desta anormalidade, a base patogenética é sempre a mesma: uma sexualidade recuada, de polivalência infantil que, por circunstâncias externas, condiciona sob diferentes formas seu objetivo erótico em sentido homossexual.
Baseando-se no relatório de Kinsey, os homossexuais pretendem que sua condição seja considerada “uma espécie de forma alternativa de sexualidade, homóloga e simétrica à heterossexualidade”.

Bergler, porém, vê a homossexualidade como uma espécie de “síndrome neurótica”, caracterizada por alguns estigmas bem definidos, a saber: uma elevada dose de masoquismo psíquico, levando o homossexual a situações de desconfianças e humilhações; medo, ódio, fuga em relação ao sexo oposto; insatisfação constante e insaciabilidade sexual; megalomania; depressão; sentimento patológico de culpa; ciúme irracional; e inadmissibilidade psicopática.

As pesquisas com relação às causas da homossexualidade ainda não são consideradas de todo consistentes; porém, elas podem ajudar na orientação de uma profilaxia social com relação ao homossexualismo. Gius afirma que “não se verificam quadros de aberração cromossômica ligados primitivamente à homossexualidade”, o que descarta sua origem genética, pois “em todos os casos de homossexualidade masculina examinados, o sexo genético correspondia ao sexo fenotípico (respectivo) e faltavam sinais de qualquer alteração cromossômica verdadeira”.

Mesmo os defensores da origem genética da homossexualidade admitem que a eventual “predisposição inata” só se transforma em efetivo desejo homossexual por força de fatores desencadeadores de natureza psicossocial, dentre os quais: obsessiva ligação com uma mãe autoritária ou possessiva; falta de uma figura paterna significativa como modelo de identificação; experiências de iniciação na infância ou adolescência; e fixação ou regressão da personalidade a níveis auto-eróticos, com supervalorização do falo (órgão sexual masculino).

O homossexual é um homem ressentido por acreditar que não tem o corpo que sua mente mereceria. Freud também considerava que o meio onde as crianças se desenvolvem é fator determinante de sua sexualidade.

Snoek divide estes fatores determinantes em três categorias:

1. Fisiológicos - Nenhuma das teorias (genética, hormonal, morfológica) foi comprovada;

2. Familiares - Uma mãe dominante, juntamente com um pai apagado; uma supermãe, tão envolvente que para o filho só existe uma mulher, que é ela; a mãe frustrada no seu relacionamento com o marido, incutindo na cabeça das filhas que homem nenhum tem valor; um superpai que exige uma virilidade impossível de ser alcançada pelo filho; os pais desejam um menino, mas nasce uma menina;

3. Sociais – O unissexismo, que ocorre na forma do segregacionismo ou do igualitarismo; o anarquismo; e a sedução por adultos.

Por Que Deus Condena o Homossexualismo?

Deus abençoou o homem e a mulher e lhes deu o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gn 1:28). O casamento é a “união de duas pessoas que originalmente foram uma, depois foram separadas uma da outra, e agora no encontro sexual do casamento se uniram novamente”. Lovelace acrescenta dizendo que “não é por acidente que toda forma de expressão sexual fora da aliança do casamento seja explícita ou implicitamente condenada no restante das Escrituras”.

A sociedade atual está cada vez mais perdendo de vista o princípio que Deus definiu para a união sexual entre os seres humanos: um homem e uma mulher, unidos pelo compromisso eterno do matrimônio. Em virtude deste crescente desvio do padrão idealizado por Deus no princípio, é que têm surgido todas estas anomalias sexuais descritas até aqui. Hoje já se convive até mesmo com o “casamento” entre homossexuais e a adoção de filhos por estes “casais”.

O propósito de Deus é que o homem junte-se com a mulher e os dois formem “uma só carne” (Gn 2:24), constituindo-se numa família heterossexual, na qual os filhos poderão ser educados em meio a um ambiente sadio e livre de preconceitos.

Este ideal está totalmente corrompido na sociedade moderna, e as relações sexuais passaram a ser apenas um meio de obter prazer a qualquer custo, sem atentar para as orientações dadas por Deus no passado, e para os perigos de não seguir estas orientações. A atual sociedade já aprendeu a conviver pacificamente com o outrora chamado “pecado grego”, vendo os homossexuais como apenas “um pouco diferentes”.

Cura Para o Homossexual

Após verificar que o homossexualismo está arraigado fortemente na sociedade hodierna, faz-se necessário apresentar ao portador desta anomalia sexual um meio de regeneração e retorno ao ideal divino. A terapia de aconselhamento para o homossexual consiste em “escutar a quem pede ajuda, a fim de facilitar-lhe a decifração, por ele mesmo, de seu próprio discurso... levando a uma convivência mais saudável consigo mesmo e, em vários casos, chega-se à heterossexualidade”.

Talvez o maior problema a princípio seja romper as barreiras da solidão e da incomunicabilidade que a sociedade erige em relação aos homossexuais. Gatti defende que o ponto de partida deve ser a total aceitação do homossexual como pessoa, a plena compreensão de seu drama, e a mais leal solidariedade a seus sofrimentos e a seus problemas. Para o auxílio pastoral ao homossexual são sugeridos os seguintes passos:

1. Reconhecimento e confissão de que sua atitude e conduta são errados;

2. Ele deve admitir e reconhecer seu problema;

3. Deve confessar o pecado a Deus e a um conselheiro espiritual, e depois deve pedir a Deus que o purifique e perdoe;

4. O homossexual que busca a cura deve pedir a Deus que lhe dê um espírito de arrependimento;

5. Pode-se considerar a possibilidade de uma libertação de demônios;

6. O conselheiro deve repetir a promessa de que o indivíduo poderá mudar;

7. O homossexual deve concordar em submeter-se a um plano de disciplina que Deus possa usar para concretizar a mudança desejada;

8. Entre o homossexual e o conselheiro deve haver sinceridade absoluta;

9. O homossexual deve começar a participar de uma comunidade cristã compreensiva;

10. O conselheiro deve ser paciente.

Para o homossexual, como para qualquer outro homem, no fim é apenas a graça do Espírito Santo com seus misteriosos dinamismos que é capaz de tornar a Restauração do homossexual possível. é sempre na graça de Deus que o homem pecador deve confiar.

O Dr. José Maria concorda com o pensamento de que a igreja deve ser o conduto para a ajuda aos homossexuais que desejarem um retorno aos desejos sexuais naturais de cada ser humano. Ele afirma que “a igreja será o último reduto para a consolidação dos conceitos familiares” nos próximos anos.

Resumo e Conclusão

O homossexualismo está presente na história humana desde o seu princípio. Biblicamente, encontra-se referências à homossexualidade já no relato de Sodoma e Gomorra (Gn 19:4-5), de onde advém o termo “sodomia” como referência à homossexualidade e outras anomalias do gênero; bem como no período dos Juízes (Jz 19:22). Moisés também fez referências a esta prática sexual entre o povo de Israel (Lv 18:22; 20:13), condenando-a e considerando-a abominável aos olhos de Deus, punível mesmo com a morte.

No Novo Testamento, a referência clássica à homossexualidade, tanto feminina quanto masculina, encontra-se na epístola de Paulo aos Romanos (Rm 1:26 e 27). Porém, o apóstolo também faz outras referências à condenação divina sobre esta prática (1Co 6:9-10; 1Tm 1:9-11).

O presente trabalho analisou o texto de Romanos, observando a quase unanimidade entre os teólogos e comentadores de que Paulo realmente referia-se na passagem em estudo ao homossexualismo. Porém, é crescente o grupo de eruditos que não aceitam esta interpretação usual, e tentam reinterpretar as declarações paulinas, aplicando-as aos dias atuais, onde a homossexualidade tornou-se já parte comum do cotidiano das grandes cidades.

Através dos estudos e pesquisas científicas consultadas, verifica-se que é reduzida a probabilidade de que as tendências homossexuais sejam o resultado de uma “deformação genética” ou algum caractere hereditário. Ao contrário, é grande o número de estudiosos da psicologia humana que acreditam que este comportamento sexual advém de fatores psicossociais vividos na infância (até os 5 anos de idade, principalmente), e que acarretam traumas e complexos que podem levar o indivíduo a desenvolver o homossexualismo durante sua vida.

Apesar de Deus condenar este comportamento anômalo, em virtude de desvirtuar-se do Seu propósito para o relacionamento sexual e matrimonial, Ele concede ao homossexual desejoso de regenerar-se uma opção de cura, que está disponível através de Sua infinita graça e misericórdia pelas mazelas que atingem a humanidade.

Como representantes de Deus e instrumentos Seus para distribuição de Sua graça ao mundo pecador, os cristão não devem olhar o homossexualismo como uma doença típica de pessoas “despudoradas”; mas devem encarar o problema com o mesmo amor fraternal e solidariedade que Jesus demonstrou em Seu convívio com o ser humano.
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fonte: http://www.sementedafe.net/index.php?option=com_content&task=view&id=29&Itemid=18

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

SUCESSO:     

RESULTADO DA EFICIÊNCIA E PERSISTÊNCIA

*CAMINHO PARA O SUCESSO

1° TER UMA MISSÃO ESPECIFICS = UM PROJETO

                     * FIDELIDADE E EXCLUSIVIDADE

NOÉ-ARCA    
MOISÉS -CANAà  
SALOMÃO -TEMPLO   
JONAS - PROF. P/NINIVIA   
JESUS-SALVAÇÃO
VOCÊ-...





2° SABE O EMPENHO PELO PROJETO.

-RENUNCIA.
-OBSTÁCULOS.
-SE OFERECE POR COMPLETO.


3° CONQUISTA PARCEIROS/AUXILIARES.

-DISTRIBUI TAREFAS A HOMENS CAPAZES.
-USA OS PARCEIROS EM OBRAS MAIORES.
-ACONSELHA-SE COM AMIGOS AMADURECIDOS.
-COLOCA CADA TRABALHADOR NA ÁREA ESPECIFICA.
-APAZIGUA OS ÂNIMOS – QUANDO SURGEM PROBLEMAS.


4° SUPORTA TODAS AS TRIBULAÇÕES.

-ENFRENTA CALADO AS ZOMBARIAS.
-ACEITA OS ESPINHOS COMO MODELADORES.


5° É PERSISTENTE ATÉ ALCANÇAR O SEU OBJETIVO.

-NÃO ACEITA CONVITES PARA DESISTIR DO OBJETIVO.
-ESTA SEMPRE ORANDO PEDINDO GRAÇA.
-É INCANSÁVEL.
-FAZ TUDO QUE ESTA AO SEU ALCANCE.

"Um homem que vive bem, e está certo, tem mais poder no seu silêncio que o outro tem, por suas palavras."PhillipsBrooks

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

SEJA HOMEM, PETER PAN!




Uma das coisas que mais me deixa indignado é o fato de que existem muitos meninos que já deveriam ser homens. Fico profundamente triste ao ver essa geração de cristãos "Peter Pan". Eles não querem crescer, não querem assumir responsabilidades, não querem viver por sua própria conta. O pior é que isso é bem diferente do que Jesus viveu. Lucas 2:52 diz que Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça tanto diante de Deus como dos homens. Jesus nunca teve essa síndrome de Peter Pan que vemos hoje em muitos homens cristãos, que na verdade são meninos. O que podemos dizer a eles, então? Isso: SEJA HOMEM.
Gostaria de poder compartilhar algumas coisas com você.

1. SEJA HOMEM: reaja como Jesus
Nós vivemos em um mundo repleto de violência dos tipos mais variados. E nós como cristãos, como homens cristãos, devemos saber como reagir as circunstâncias adversas e complicadas. Nem sempre devemos ser calmos, passivos e pacificadores, porque existem situações que devemos sim usar a força. Por exemplo, se uma mulher está sendo violentada, devemos, por ser homens de Deus, descer-lhe o braço em quem estiver fazendo isso. Depois falamos de Jesus para ela, mas não podemos deixá-la machucar uma pessoa. No entanto, os meninos cristãos perdem a cabeça com qualquer coisa. Seus comportamentos furiosos são vergonhosos. Vemos isso no trânsito, no campo de futebol, em casa e em quase todos os lugares que eles vão. Cara, cresça. Jesus foi o único cara que viveu a masculinidade de forma perfeita e aprendemos isso com ele em 1 Pe 2:23: "Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameças, mas entregava-se àquele que julga com justiça". Deus resolverá o problema, mano. Não queira ser o cara. Se você quiser, seja como Jesus. Pare de xingar, pare de reclamar, pare de falar alto para impor autoridade. Seja manso, pacificador, calmo e firme. É assim que se reage!

2. SEJA HOMEM: trate bem as mulheres
Se você me perguntar: "Mastrillo, o que você odeia?". Eu responderei: odeio homens que tratam mal uma mulher. Odeio homens que batem em uma mulher, odeio homens que maltratam mães, desrespeitam as namoradas, que são grosseiros com elas, que são machões e violentos. Galera, eu odeio isso com todas as minhas forças. Odeio garotões que namoram com meninas para desfrutar do corpo delas. Se você faz isso, cara, você é um menino. Pare de fazer isso imediatamente e cresça. Peça perdão para elas. Mude logo.
Ser homens é tratar as mulheres com nobreza, respeito e amor. A Bíblia fala para nós jovens que devemos tratar as moças como se fosse nossas irmãs e com toda pureza ( 1 Tm 5:2). Eu tenho uma irmã menor. Amo demais a ela. E tento tratá-la como uma princesa, porque isso é o que os homens fazem. Tenho amigas também. Tento tratá-las da melhor forma possível. Sempre de forma carinhosa, respeitadora e digna. Quero que elas saibam que eu as valorizo e que elas possam olhar para isso e ver como Deus as valoriza tanto.
Cara, trate bem a sua mãe. Talvez seu pai seja um zero a esquerda nessa área e machuque tanto sua mãe, que você precisa, mesmo sendo filho, dizer: "Uau! Que gata! Seu fosse um pouco mais velho e não fosse filho da senhora, você não escaparia!" Bom, essa é minha forma de brincar com minha mãe. Digo também: "eu te amo, viu?".
Trate bem suas amigas , com pureza, respeito, amor, sinceridade e com caráter. Talvez ela tenha apenas você como referencial masculino de que ainda existem homens de verdade.
Caras, vamos amar as mulheres que Deus tem colocado na nossa vida, porque Jesus agiu desse jeito várias e várias vezes. E com um agravante: naquela época, as mulheres eram como nada. E Jesus quebrou essa mentira e foi além. Vemos isso em João 4, claramente.
Eu lhe peço, amigo, não seja um covarde. Não seja violento com nenhuma mulher. Não machuque nenhuma mulher com palavras. Seja home, ame-as!

3. SEJA HOMEM: trabalhe
Vi uma propaganda na qual o filho mais velho pedia para o irmão mais novo dinheiro para que ele pudesse levar a namorada para sair. Que ridículo! E mais ridículo é ver alguns namoros cristãos nos quais nenhum dos dois tem nenhum tipo de trabalho. Falo isso por uma questão muito simples: o namoro deve conduzir ao casamento e ter pelo menos algumas evidências que está a caminho. Fora isso, é só querer beijar na boca. Meninas, não namore com uma cara que não queira trabalhar, porque se não vocês serão as próximas a sustentá-lo, não mais os pais. É melhor cair fora, enquanto há tempo!
A Bíblia é muito clara sobre o trabalho. 2 Ts 3:10 diz: "Se alguém não quiser trabalhar, também não coma". Nós homens somos chamados para trabalhar. O trabalho não é opção, mas parte da nossa humanidade e, principalmente, da nossa masculinidade. Sem o trabalho não somos homens completos. Isso é questão de dignidade. Pergunta: cara, quando você vai parar de depender de seus pais e começar a trabalhar?
Jesus foi um cara trabalhador. É só ler os quatro evangelhos para tirar a dúvida.

4. SEJA HOMEM: busque a Deus
Vemos o quanto somos uma geração de homens que não conhecem muito bem a Bíblia e por isso não tem um relacionamento muito íntimo com Deus. 2 Pe 3:18 porém nos alerta: "cresçam na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo". No entanto, não sabemos nada sobre o que a palavra de Deus diz. Não vivemos o que aprendemos dela, porque simplesmente a gente não a lê. O triste disso é que estamos caminhando para formar família sem o mínimo conhecimento possível. Somos uma geração de meninos que devem crescer urgentemente. Devemos ser apaixonados por Jesus, completamente. Devemos buscá-lo a cada dia mais! Devemos querer conhecê-lo dia após dia. Devemos ansiar por ser parecidos com ele minuto após minuto, porque esse é o nosso alvo ( Rm 8:29).
Meninas, mais uma vez, não se envolva com um cara que não seja apaixonado por Jesus totalmente. Não vale a pena.

A síndrome do Peter Pan está em todas as igrejas. Você pode ser diferente, cara. Você pode ser homem de verdade. Basta ser igual a Jesus. Eu peço a cada um de vocês, cresçam! Vistam a suas calças! Reajam como homens! Tratem bem as mulheres! Trabalhem! Conheçam o seu Deus intimamente!

Em outras palavras: Seja homem, Peter pan!


F. P. Mastrillo