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Romanos 12:2 Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Divina Diversidade

Divina Diversidade

Somos todos diferentes. Cada pessoa possui algo incomum. Seja físico ou psicologicamente, somos todos diferentes. Cada pessoa é uma obra única de um criador criativo o suficiente para fazer tanta gente diferente viver em perfeita harmonia. Esse era o plano de Deus. Uma diversidade de pessoas vivendo em unidade, amando umas as outras. Pessoas diferentes vivendo com um propósito igual, glorificar a Deus. Mas o pecado destruiu esse ideal. Depois dele as diferenças ganharam outro sentido. Surgiram o desrespeito, o orgulho, a inveja, o egoísmo, e tantas outras deformidades que fizeram da diversidade uma arma contra o amor. Mas o real sentido das diferenças ainda pode ser compreendido. Ainda podemos viver de modo parecido com o que Deus criou. Ainda podemos e devemos desfrutar do amor em meio às diferenças.

Ninguém é melhor do que o outro diante de Deus. Isso não significa que não existam diferentes habilidades em diferentes pessoas. Deus deu talentos diferentes para o homem. Imagine se um homem soubesse fazer tudo da maneira certa. Tal homem seria capaz de viver sozinho independente de outros. Essa não é a idéia de Deus. Deus fez pessoas diferentes para viverem em sociedade. Quando alguém não sabe cozinhar, logo depende de outro que saiba. Esse outro também não saberá de tudo e poderá depender daquele que não sabe cozinhar. Talvez o homem que saiba cozinhar se orgulhe disso, mas logo terá que ter a humildade de pedir ajuda em algo que não saiba fazer. Talvez o homem que não saiba cozinhar tenha inveja do que sabe, mas logo terá a oportunidade de ajudá-lo em outra tarefa. Esse é o ideal, pessoas com habilidades diferentes vivendo em humildade suficiente para ajudarem e permitirem ser ajudadas. Tolos são os que usam das habilidades específicas para se isolarem no orgulho. Nenhuma pessoa é capaz de se satisfazer sozinha.

Na caminhada da fé acontece a mesma coisa. Pessoas com temperamentos, dons, forças e fraquezas diferentes. Se uma pessoa possuísse todos os dons e forças ela seria capaz de se tornar mais parecida com Deus sozinha, mas essa também não é a idéia de Deus. Ele gosta de sua igreja diversificada como um corpo, com vários membros e órgãos diferentes com funções diferentes que dependem um do outro para juntos manterem o corpo vivo. (1 Coríntios 12:12). Se existe alguém fraco em relação aos desejos sexuais, ele pode aprender e ser sustentado por alguém forte na mesma área. Se alguém tem problemas com ira, este pode aprender e ser sustentado por alguém mais calmo e tranqüilo. Se alguém não tem o dom da palavra, pode ouvir de quem tenha. Pessoas carregando umas as outras em suas forças e fraquezas. Cada um sendo carregado e carregando cada um. Tolos também são aqueles que se isolam por acharem que são melhores por possuírem certo dom ou força, pois o orgulho lhes impede de ver que estão afundando em suas fraquezas sem ter nenhuma mão para segurar. Nenhuma pessoa é capaz de crescer em santidade sozinha.

Diferenças físicas também são idéias de Deus. Ele colocou sua criatividade em prática fazendo pessoas de tamanhos diferentes, cabelos diferentes, cores e formas diferentes. Afinal de contas um mundo cheio de pessoas iguais seria um tédio total. Deus repudia todo tipo de discriminação, pois é contra a idéia de sua criação. Ele fez a humanidade assim e viu que era bom. Deus quer promover o amor em meio à diversidade. Essa é a essência desse sentimento, precisamos de outras pessoas que nos satisfazem ao mesmo tempo em que são satisfeitas por nós. Precisamos de pessoas que nos inspirem e ensinem a ser mais parecidas com Deus ao mesmo tempo em que nós também servimos de exemplo a elas. Precisamos estar carregando uns aos outros com amor em meio as nossas diferenças, pois são exatamente elas que nos unem.
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fonte: http://www.ibc.org.br/sal/
Pedro Pamplona

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

ATITUDE 434 - 28 "Melhor defesa: a unidade"




Melhor defesa: a unidade

por Atitude 434

“Irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo suplico a todos vocês que concordem uns com os outros no que falam, para que não haja divisões entre vocês; antes, que todos estejam unidos num só pensamento e num só parecer.” (1 Coríntios 1:10)

“Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar.” (1 Pedro 5:8)




Ideia central: O Diabo sabe da importância estratégica que a igreja tem para o avanço do Reino; ele sabe que se conseguir dividir o Corpo, está tudo acabado.

Suas armas são: 1. Isolar as pessoas: Isolados somos presas fáceis; 2. Enfraquecer os elos: enfraquecer sua vida/fé/pacto; 3. Gerar conflitos: não gosto desse/não vou com a cara daquele/não vou perdoar; Esteja atento! Não dê lugar ao Diabo. Não seja o elo fraco da corrente; Tem muito mais em jogo do que nosso orgulho ferido, do que nossas opiniões.

Em meio a um conflito armado, a sentinela é o posto mais importante, por sua estratégica função de alertar sobre a aproximação ou até mesmo movimentação das tropas inimigas.

Desde sempre é assim. As grandes fortificações do passado remoto já apresentavam, em suas pesadas muralhas, estratégicos pontos de observação, de onde se podia enxergar até onde os olhos pudessem alcançar.

Nos dias de hoje e em meio aos crentes, não podia ser diferente. Até porque, ao contrário do que acontece quando o conflito é na esfera humana, enfrentamos principados e potestades do ar, sombrias e terríveis manifestações espirituais do mal que, como vimos no versículo de Pedro, anda ao nosso redor buscando oportunidade para nos atingir.

E, como não poderia deixar de ser, suas armas são, igualmente, invisíveis e traiçoeiras. Isolar pessoas; enfraquecer decisões; e gerar conflitos formam, entre outros, o arsenal diabólico armado contra a Igreja.

O Diabo sabe que se conseguir nos dividir abre significativas brechas por onde enfraquecer o Corpo e obstacular o avanço do Reino de Deus, na Terra. Então, esta é uma de suas estratégias preferidas.

Atingindo os sentimentos que já alimentamos em nossos corações, em virtude da nossa tendência pecaminosa, Satanás intenta alcançar aqueles que se isolam, como os grandes predadores fazem com suas presas, separando-as do núcleo do rebanho, a fim de devorá-las com mais facilidade.

E quanto às nossas decisões? Todo começo de ano – ou depois daquele acampamento abençoado – fazemos pactos, celebramos alianças, firmamos acordos. “Este ano vou ler a Bíblia toda!” “A partir daqui vou evitar falar mal de quem quer que seja ou dar ouvidos a fofocas!” “Jamais comentarei nenhum assunto tratado em particular com uma ou mais pessoas!” Mas terminamos não cumprindo.

Outra área frágil é a das preferências. Não sabemos você mas nós sofremos com a indisfarçável tendência de não “ir com a cara dessa ou daquela pessoa”, muitas das vezes sem ao menos ter um conhecimento maior sobre ela.
Sabe aquela história da “primeira impressão é a que fica”? Pois é. Se simpatizamos com alguém, ótimo; se não, aí o bicho pega! Já nos flagramos, inclusive, evitando determinadas reuniões por causa do(a) preletor(a). Como se Deus fosse limitado pela maior ou menor capacidade ou empatia de quem se coloca à Sua disposição para ministrar à Igreja de Jesus.

Mas, via de regra, o ser humano tem dessas coisas. E o Diabo sabe disso e tenta se aproveitar ao máximo de nossas limitações e fraquezas.

A solução é, ao nosso ver, evitar o isolamento a qualquer custo. Aconteça o que acontecer, “não deixe o Sol se por sobre a sua ira”. Não firmar pactos ou fazer promessas de médio e longo prazo. Que tal “um dia de cada vez”? Só por hoje não falar mal (nem ouvir) de ninguém!

Todas as vezes em que antipatizar ou entrar em conflito com alguém, se esforce, ao máximo, para resolver a questão – do modo bíblico (Mateus 18) – o mais rápido possível. Não deixe brecha por onde o inimigo possa entrar e fragilizar o Corpo de Cristo. Mantenha-se alerta, como recomenda a Palavra: “Coloquei sentinelas em seus muros, ó Jerusalém; jamais descansarão, dia e noite. Vocês que clamam pelo Senhor, não se entreguem ao repouso” (Isaías 62:6).